Codesp deve providenciar estacionamento provisório para caminhões em até 30 dias

por Blog do Caminhoneiro

Uma reunião entre caminhoneiros, a Codesp e a Prefeitura de Santos, no litoral de São Paulo, realizada nesta sexta-feira (1º), discutiu a questão da falta de estacionamento para caminhões no entorno do Porto de Santos. Durante o encontro, a Codesp se comprometeu a encontrar uma área provisória para ser utilizada como estacionamento em até 30 dias.

Na quarta-feira (20), um grupo de 40 caminhoneiros participou de uma manifestação que teve o objetivo de cobrar da administração municipal uma solução para o problema de estacionamento na Cidade. A Prefeitura de Santos desapropriou um terreno, localizado entre o Morro Ilhéu Alto e o Rio São Jorge, que era utilizado como estacionamento pela categoria e tinha capacidade para 150 caminhões.

O encontro, marcado após a manifestação, reuniu representantes do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), o Prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) e o diretor-presidente da Codesp, Casemiro Tércio Carvalho, na sede da autoridade portuária.

Na reunião, foi definido que a Codesp terá 30 dias para vistoriar áreas e encontrar um novo local para servir de estacionamento para os caminhoneiros. Enquanto isso, a Prefeitura de Santos tentará, junto ao poder judiciário, prorrogar o prazo para desocupação do terreno.

Segundo a prefeitura, há áreas da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) que estão livres e que podem ser utilizadas temporariamente até a solução definitiva no Retão da Alemoa, espaço adequado para o estacionamento.

Terreno

Na segunda-feira (18/02) foi feita a desapropriação de parte do terreno, que pertencia à empresa Repcon. E, o restante foi solicitado à SPU, já que era área de Marinha. O local será utilizado para a construção da ponte de ligação entre os bairros Bom Retiro e São Manoel, que ligará a Zona Noroeste à Rodovia Anchieta.

A empresa, que fará a obra da construção da ponte, já foi contratada. O terreno será utilizado também como pátio de vigas, durante as obras, por isso, a necessidade da desapropriação imediata. E, a outra parte será usada futuramente pela Cohab para a construção do conjunto habitacional denominado Prainha 2. O local servia como estacionamento para caminhões e suportava cerca de 150 veículos.

Fonte: G1

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