Diretor-geral da ANTT é alvo de mandado de busca em operação da PF




O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Mário Rodrigues Júnior, é um dos alvos de uma operação da Polícia Federal, deflagrada na manhã desta quinta-feira (11), para combater um esquema criminoso montado para superfaturar tarifas de pedágios em Goiás, na Bahia e no Espírito Santo.

De acordo com informações, Mário Rodrigues está sendo procurado pela PF em Brasília. Além do mandato contra ele, os investigadores realizam outros 15 mandados de busca e apreensão, inclusive em endereços ligado a ANTT.

A operação, batizada de Infinita Highway, conta com a participação do Tribunal de Contas da União (TCU) e mobiliza 85 agentes da PF. De acordo com a corporação, a investigação apontou que “com a anuência da ANTT, uma das concessionárias envolvidas aumentou indevidamente o valor cobrado a título de pedágio, sob a falsa alegação de elevação dos custos de manutenção de rodovias, baseando-se, para isso, em orçamentos fictícios, emitidos por empresas que não existiam”.

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Além disso, ainda de acordo com as diligências, “empresas concessionárias contratavam a emissão de laudos fraudulentos que atestavam a qualidade das rodovias, evitando assim a aplicação de multas e outras penalidades pela Agência”. Os mandados foram emitidos pela Justiça Federal da Bahia.

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Fonte: Correio Braziliense




2 comentários em “Diretor-geral da ANTT é alvo de mandado de busca em operação da PF

  • 14/04/2019 em 14:01
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    Concordo. Também sou caminhoneiro. E A Antt só serve para isso mesmo, roubar dinheiro de quem está trabalhando. Essas balanças atrasam nossas viagens e os postos fiscais tributários também são outro atraso nesse país, os pedágios são abusivos e os fiscais precisam ser fiscalizados porque cobram propina. E sem falar no tempo perdido por causa da burocracia. Caminhão parado em fila de posto fiscal não dá lucro (nem para o autônomo, nem para o dono da carga, nem para o país). Caminhão parado em fila é apenas prejuízo para o país. O atraso é tanto que prejudica o trabalho e dificulta pagar as prestações do caminhão. Outro problema é a nota fiscal, qualquer mal entendido por causa da nota fica nas costas do motorista, que, na verdade não tem como solucionar nada (não é o motorista quem emite a nota, o motorista também não entende de tributação e não tem como resolver as questões da nota que são assunto da empresa ou da receita). O caminhão não deveria ficar retido, muitas das vezes por questões banais. Isso também contribui para o sistema das propinas, infelizmente, às vezes, a única forma de trabalhar sossegado é pagando propina. Outra coisa que não deve ser tolerada é a restrição ao direito de ir e vir, que só existe enquanto o cidadão paga pedágios, do contrário, esse direito não serve para nada.

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  • 13/04/2019 em 09:49
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    É eles roubam milhões depois vem com essas multas de 5,000 mil de balança mesmo que vc tá certo porque sabe que pra recorre fica 30 % o valor e a chance de ganhar e mínima tem que ir pra cadeia e acabar essa tal de antt , afinal nem sei pra que serve isso só pra toma dinheiro dos caminheiros

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