Governo federal, caminhoneiros, transportadores e embarcadores assinarão acordo sobre tabela de frete

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, reuniu-se com representantes dos transportadores rodoviários de cargas, caminhoneiros autônomos e embarcadores, nesta terça e quarta-feira (23 e 24/08), para ouvir as demandas do setor e buscar consenso sobre a Resolução nº 5.849/2019, que estabeleceu as regras gerais, a metodologia e os coeficientes para cálculo do frete de cargas no país.

Após consenso, foi estabelecido que um acordo, que definirá o valor estabelecido para o frete a partir da tabela desenvolvida pela Esalq / USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), será assinado entre as três partes. Para isso, 30 representantes do setor participarão de reuniões, na próxima semana, para determinar o percentual para cada uma das 11 categorias de carga. A expectativa do Ministério é que o acordo seja assinado até o final da próxima semana.

“A grande vantagem é que o acordo gera o engajamento de todas as partes. A partir desse momento, estabeleceremos um patamar de valor que efetivamente vai ser praticado”, afirmou o ministro. “Desse modo, a gente começa a criar uma cultura de negociação e de solução de mercado para uma remuneração justa. Estou extremamente otimista e satisfeito com os resultados obtidos hoje”, concluiu.

Os encontros e a resolução do tema corroboram uma política de fortalecimento do diálogo estabelecido pelo Ministério da Infraestrutura com as entidades representativas. “O governo Bolsonaro vem mantendo o diálogo aberto, escutando todos os envolvidos nessa problemática e entendendo que há pleitos justos e possíveis. É por isso que temos conseguido estabelecer um consenso”, destacou Freitas.

O ministro da Infraestrutura tem se reunido e conversado com o setor durante toda a semana. Na terça-feira (23), recebeu 15 representantes dos embarcadores e setor produtivo. Pela manhã desta quarta-feira, foi a vez de discutir o assunto com 43 empresas e associações de transportadores. Já na parte da tarde, o ministro conversou com cerca de 80 representantes dos caminhoneiros autônomos no auditório do Ministério.

Outras ações

O Ministério da Infraestrutura vem mantendo uma política de fortalecimento do diálogo com as entidades representativas de embarcadores, transportadores e caminhoneiros autônomos. O primeiro compromisso assumido e cumprido foi a retomada e a reformulação do Fórum Permanente do Transporte Rodoviário de Cargas (RTC), criado com o objetivo de deliberar e desburocratizar o setor de transporte de cargas no país. O fórum representa 2,6 milhões de caminhoneiros, 37.386 empresas, 1.584 sindicatos e 75 federações. Hoje, ele é o principal canal de diálogo entre os representantes do transporte rodoviário de cargas do país, reforçando o debate e a unificação de esforços entre o governo federal e as entidades de apoio e representação nacional das categorias ligadas ao setor.

Desde sua retomada, algumas medidas já foram anunciadas e estão em andamento, como a abertura de linha de crédito para os caminhoneiros via BNDES, estudos para construção de pontos de parada e descanso nas rodovias concedidas, apresentação do projeto-piloto do Documento de Transportes Eletrônico (DT-e), pavimentação da BR-163/PA, lançamento do Cartão Caminhoneiro para compra de diesel a preço fixo, entre outras ações.

Fonte: Ministério da Infraestrutura




10 comentários em “Governo federal, caminhoneiros, transportadores e embarcadores assinarão acordo sobre tabela de frete

  • 26/07/2019 em 22:27
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    O problema é que as transportadora querem ganhar mais q os próprios caminhoneiros ladrões gananciosos malditos!!!☢️☢️

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  • 26/07/2019 em 12:56
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    Boa tarde na minha opinião essas reuniões do governo não tem autônomo nenhum só tem transportadoras representante do agro-negócio representante das indústrias e sindicatos mas eles querem mesmo pressionar o governo para acabar com a lei da tabela de frete isso não interessa para eles são orgulhosos ditadores e mandam no mercado somos pequenos demais para de mandar Presidente bolsonaro com a sua equipe de governo prometeram r$ 30000 para cada caminhoneiro e até agora nada eu acho muita falação empolgação nesse caso dos caminhoneiros autônomos mas eu afirmo que estou com bolsonaro e com a sua equipe de governo não abre o mal sou da direita sou eu que acho que é certo o que é correto não apoio inversão de valores Brasil acima de tudo Deus acima de todos

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  • 26/07/2019 em 11:58
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    Tanta coisa desnecessária,basta só o boncenso e nada mais.

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  • 26/07/2019 em 11:58
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    Essas opiniões estão corretas . Porque nós autônomos somos representado por uma pessoa que eu nem conheço .o nome já diz autônomo ninguém me – representa como uma das pessoas falou nos comentários eu não vi nenhum motorista nessas reuniões eu tb não vi meu preço eu faço quando a transportadora chama se o preço não serve pra mim eu não carrego vouto vazio nem olho pra trás essa tabela só tá bom para trasnportadora o motorista autônomo está sendo usado

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  • 26/07/2019 em 11:30
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    Tinha é que acabar com essa tabela, só serviu oara as transportadoras, nos autônomos estamos penando.

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  • 26/07/2019 em 10:00
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    Essa tabela do capeta têm que acabar.tenho caminhão a 37 anos nunca fiquei sem serviço depois que isso virou lei não consegui mais trabalhar.estou a mais de ano parado perdi meu serviço que tinha a 15 anos.isso serviu para deixar as transportadoras ainda mais rica.se nao acabar com essa tabela nós autônomos vamos quabrar todos.

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  • 26/07/2019 em 09:05
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    O engraçado e que se fala que empresários participam de reuniões junto com autônomos, pelas fotos tiradas das reuniões não vejo nenhum autônomo e sim pessoas que dizem serem reresentante da categoria, na verdade esses acordos só beneficia as grandes empresas, pois como tem um giro alto de consumo de combustível, tem desconto em redes credenciadas de postos, como também são responsáveis diretamente em ditar o valor do frete com as empresas, pois disponibilizam mais caminhão para fazerem o transporte, por outro lado o autônomo possui apenas um caminhão e seus custos, por isso não tem como brigar por seus direitos, pois se baixar o frete ele tem prejuízo. Afinal de contas a quem realmente interessa essa tabela de fretes? No meu ponto de vista só aos grandes, pois hj as empresas estão contratando motorista pra trabalhar por produção e muitos aí estão passando fome nas estradas, pós qdo não tem frete ou a demanda e inferior ao tamanho da empresa, o motorista fica parado sem grana no bolso, muitas empresas já estão assando pelo problema de falta de mão de obra, aí vai na Venezuela e contrata motorista pra fz o serviço Aki no Brasil, sai dizendo por aí que está alinhado com a “ajuda humanitária aos irmãos venezuelanos”, só no Brasil mesmo para acontecer essas coisas, o país trabalha contra o povo, imagina se fosse ao contrário? Se fosse nois que estivéssemos igual a Venezuela? Será que seríamos recebidos desta forma la? Ou seríamos tratados de escravos? Acredito que cada dia que passa o país trabalha em prou dos empresários e nois os plebeus que se FD.

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  • 26/07/2019 em 00:37
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    O negócio de caminhoneiro vai começar a ficar bão, então já vou ir comprar uma carreta prá mim.

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  • 26/07/2019 em 00:20
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    Esse discurso é como papel higiênico e o destino é o mesmo…

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