O objetivo principal do governo é triplicar o movimento de cargas por cabotagem em dois ou três anos, o que pode reduzir o número de caminhões no transporte de longas distâncias.
“Esse frete de longa distância, que antes era feito por caminhão, cruzando o Brasil inteiro, vai começar a ser feito por cabotagem, e o frete rodoviário passa a ser de curta. O perfil do frete rodoviário vai mudar, o que é bom. No frete de curta distância é onde o caminhoneiro ganha mais, a renda é maior, onde ele desgasta menos o equipamento. Essa mudança de comportamento de logística está agradando a todos, inclusive o caminhoneiro”, disse o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, após participar de uma cerimônia de assinatura de oito contratos de Terminais de Uso Privado e do arrendamento do Terminal de Armazenagem de Cabedelo, na Paraíba.
De acordo com o ministro, não acontecerá uma redução do número de caminhões, e sim uma mudança no perfil das viagens, que deixarão de ser de longa distância, passando a ser de curta e média distâncias.
Essa medida provisória mudará regras da cabotagem e também a carga tributária para o setor.
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