Irani Gomes, presidente do Sindtanque-MG, disse que a mobilização é nacional, e que o valor do frete é a reivindicação dos caminhoneiros. De acordo com ele, desde que a Política Nacional do Piso Mínimo do Transporte Rodoviário de Cargas entrou em vigor, o frete dos combustíveis teve uma defasagem de 20%.
Segundo ele, com a lei da tabela de fretes, os valor do transporte de carga líquida a granel perigosa ficou mais barato que o da carga geral.
Ele afirma que os caminhoneiros não irão parar agora. Porém, esperam que o Governo Federal agilize as negociações e as alterações nos valores dos fretes, para que os transportadores voltem a ter rentabilidade.
Minas Gerais é o estado com o segundo maior polo de distribuição de combustíveis do país, com mais de 400 empresas e 5.000 caminhões, e uma paralisação no estado pode comprometer o abastecimento de postos e aeroportos muito rapidamente.
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