Estradas precárias prejudicam o transporte de cargas em Mato Grosso




O transporte de carga na BR-174, no noroeste de Mato Grosso, enfrenta muitos problemas mesmo antes da temporada de chuvas, quando a situação das rodovias é pior.

A rodovia federal tem mais de 350 km só de estrada de chão. Para percorrer esse trajeto, os caminhoneiros demoram em média de 12 a 15 horas, mas, quando ocorre um acidente, esse tempo pode dobrar.

A BR-174 é a principal rota para o escoamento da produção dos municípios de Castanheira, Juruena, Aripuanã e Colniza. O empresário Jacir Pretto é dono de um frigorífico e uma transportadora na região e já acumulou prejuízos neste ano.

“Toda semana tomba uma carreta por causa dessas pontes, e não é tempo de chuva ainda. Cada tombada de carreta, por baixo, é R$ 80 mil que você toma de prejuízo. Além do tempo que fica parado” reclama.

O Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) informou que não existe previsão para o asfaltamento desse trecho da BR-174.

Estrada estadual também apresenta problema

E os problemas também atingem estradas sob responsabilidade do estado. Na MT-208, uma ponte que faz ligação entre Aripuanã com Rondônia tem mais de 200 metros e a estrutura não passa segurança.

“Já tem o perigo que ocorre no dia a dia. Aqui você anda 500 metros você tem uma ponte e cada uma pior que a outra”, critica o caminhoneiro Gilberto Carlos Rodrigues.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, a construção de uma nova ponte não está prevista.

Fonte: Globo Rural

 

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Um comentário em “Estradas precárias prejudicam o transporte de cargas em Mato Grosso

  • 09/09/2019 em 16:23
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    Uma vergonha (para quem tem)…Os prejuízos se multiplicam para quem trabalha e produz nessa região.. O asfaltamento da BR 174 deveria ser prioridade. O ineficiente Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) afirma que não existe previsão para o asfaltamento desse trecho da BR-174. São 350 Km de martírio, acidentes graves e prejuízos incalculáveis que se avolumam.

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