Os policiais fiscalizavam veículos de carga quando um deles, um caminhão bitrem, teve constatada a alteração de sua AET, que foi emitida pelo DNIT. O transportador informou ao órgão emissor da AET informação diversa sobre as características da combinação veicular, com o objetivo de obter maior capacidade no transporte de peso no veículo.
A real configuração possui um peso bruto total combinado – PBTC máximo de 57 toneladas, e, com a AET adlterada, estaria apto para um PBTC de até 65,5 toneladas.
O veículo estava vazio, mas é utilizado para transportar coque, que é um tipo de combustível derivado da hulha.
Além do crime de falsificação de documento público a empresa pode sofrer sanções administrativas impostas pelo DNIT.
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