CNA não acredita em acordo com caminhoneiros sobre tabela de frete

por Blog do Caminhoneiro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) não acredita em um acordo de conciliação com caminhoneiros sobre o tabelamento de fretes. O consultor jurídico da entidade, Rudy Ferraz, reforçou a posição contrária do setor produtivo contra a medida e defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue o assunto o quanto antes.

Ferraz defende que o STF declare a lei da tabela de fretes inconstitucional, para que não seja gerada insegurança jurídica e um passivo das multas e autuações aplicadas aos embarcadores. Isso porque, segundo ele, existe a possibilidade de a justiça modular os efeitos e considerar o tabelamento ilegal apenas daqui para frente.

Para ele, além de um passivo de R$ 2,1 bilhões das quase 20 mil autuações da ANTT, uma modulação pode criar um precedente “perigoso” para intervenção do governo na economia, com eventuais tabelamentos, em momentos de instabilidade.

“Não podemos tabelar preços para regular o mercado por conta de erros políticos do passado”, disse durante evento em Brasília. “Não é intervindo na economia que vai resolver ameaças de greve, ao atender determinada categoria”, afirmou.

A CNA diz que vai participar da nova audiência sobre o assunto convocada por Fux, mas diz que o adiamento do julgamento gera mais instabilidade. São nove tabelas publicadas no intervalo de um ano e meio.

O STF adiou pela segunda vez o julgamento das ações diretas de inconstitucionalidade que contestam o tabelamentos dos fretes rodoviários.

O caminhoneiro autônomo no Rio Grande do Sul, Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da CNTT está hoje na BR 040, em Luiziana (Goiás).

“Esses caminhoneiros têm lutado pelo seu sustento e têm buscado o melhor frete, par dar dignidade a sua família. Hoje estamos à mercê do STF que há mais de dois anos não julga a ação constitucionalidade, movida por aqueles que exploram o frete (CNI e CNA)”, disse, em nota.

Dahmer também repudiou a ação da Polícia Militar contra a greve dos caminhoneiros no Porto de Santos (SP). “ O Sindicato e os trabalhadores estão pacificamente protestando e faziam o trabalho de convencimento para que os colegas de trabalho aderissem à paralisação que reivindica a aprovação da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete pelo STF . É preciso que todas as forças progressistas e democráticas deste país defendam o direito de greve dos petroleiros e caminhoneiros que estão em luta”, afirmou na nota.

Segundo a PM, um conflito começou, após os caminhoneiros bloquearem a entrada do terminal portuário. Bombas foram lançadas na praça da rotatória da avenida Engenheiro Augusto Barata, no bairro da Alemoa, e uma equipe da Força Tática se dirigiu ao local para dar apoio à ação. O presidente do Sindicato dos transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Alexsandro Viviani, o Italiano, foi detido.

Fonte: Valor Econômico

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JOÃO CAVALHEIRO 23/02/2020 - 14:15

ENGRAÇADO Sr Rudy Ferras por favor não fiquen complicando as coizas tudo que se compra neste brasil tem preço fixisso ou tabela só o frete que voces querem a livre negociação porque ai voces poe o preço que quérem isto é pra quen gosta de escravidão ta esplicado
acompnhe comigo remedio médico dentista cartório advogado escola particular salario minimo e ETC.E voces FICAM COMPLICANDO em ves de ajudar paren com isso

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Ezequiel Neto 21/02/2020 - 10:36

Só em País de Quarto Mundo pode se falar em “Tabela de Fretes”…Enquanto isso, grandes empresas estão investindo em frotas próprias, tirando o sustento de camioneiros e em breve virá o fechamento em massa de Transportadoras.

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Rodney de Melo larocca 21/02/2020 - 06:56

Pois o povo tem que intender que não é tabela de frete é uma planilha de custos feito por uma faculdade a ESALQ Log foi feito o estudo é só mente custo nada mais

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jose do carmo 20/02/2020 - 22:51

Como? Tabela de frete? Mercado livre! Depois da greve só piorou e ainda querem mais? Os empresários então só comprando caminhões e vocês perdendo o trabalho. Com uma frota de menos de menos de 2 milhões de caminhões e não está tendo carga, com o aumento da frota vai ter menos ainda.

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Jair Marcolino Jorge 20/02/2020 - 21:05

político só faz o que interessa para eles!.

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Etterigio faglioni 20/02/2020 - 20:37

Isso já virou piada de imbecil tamos fudido isso sim

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RENÊ COSTA 20/02/2020 - 20:28

É Óbvio que a CNA e Agronegócio não querem cumprir Acordos Justos com os Caminhoneiros , querem Sim Explorar e Escravizar quem Trabalha para o Progresso do Brasil. A CNA e Agronegócio objetivam Lucros Bilhonarios a Custa do Suor e Prejuízos dos Caminhoneiros Brasileiros. Isso sempre assim é Claro que a Ministra da Agricultura Tereza Cristina vai puxar para seu Lado do Agronegócio de sua Fazenda no Mato Grosso para Produção de Sojas.Eles querem é Sim Acabar com a Tabela Justa do Frete Mínimo porque querem Ganhar e.Lucrar com a Miséria do Transporte de Cargas que já estão Falidos.

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Vinícius 20/02/2020 - 15:55

O tabelamento só ajudou uma pequena fatia dos caminhoneiros, o resto acabou por perder vagas e contratos que mantinham, por medo das empresas em serem processadas. Tem que terminar com essa tabela. É baixo o frete? Não carrega! Aí sim vai ter aumento de frete de verdade. Se não tiver caminhoneiro pra carregar por migalha, as empresas pagam mais. A carga tem que viajar. Isso é a lei da oferta e procura.

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Jair Marcolino Jorge 20/02/2020 - 21:02

burro!vai puxar carroça.

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JOÃO CAVALHEIRO 23/02/2020 - 14:30

tem uma fatia piquena de caminhoneiros que só puxa pra baixo as coizas vamo se unir gente uns ficam tentando arrumar a situação e outros puxando pra baixo o que isso gente não sejam tão pecimistas assim se tem 500,000 autonomos tem dois milhoens de pessoas que viven dece trabalho dai vão comer oque

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Faria 20/02/2020 - 12:36

Não é tabela mas sim piso minimo, assim como tem salario minimo, preço minimo de produtos agricolas, etc… ser contra o piso minimo é ser a favor da escravidão.

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Pedro 20/02/2020 - 14:44

O piso minimo é lei, mais como nesse país as leis não valem nada para muitos empresários e produtores rurais e políticos. Eles agora querem a inconstitucionalidade dessa lei.

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Etterigio faglioni 20/02/2020 - 20:39

Eles querem é fugir da obrigação de votar essa porcaria isso sim

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