Com visual futurista, o modelo entrará em produção este ano, para testes, com empresas da Europa e Estados Unidos.
Os planos iniciais da Gaussin são o uso do veículo exclusivamente em locais de carga e descarga, para manobras das carretas entre as docas, de forma mais ágil, segura e sem pausa para descanso, já que o veículo precisa parar por apenas alguns minutos por dia para abastecimento. Depois disso, continua rodando em qualquer situação.
De dentro do escritório, o operado logístico dá as ordens ao caminhão robô, que segue para executar a tarefa. Ao engatar no implemento, um braço robótico é acionado e faz a conexão do sistema elétrico e mangueiras de ar do caminhão com o implemento.
A identificação da posição das mangueiras é feita de forma automatizada, com uso de câmeras que reconhecem os tipos de conectores e como deve ser realizado o engate.
Depois de engatado, o caminhão roda normalmente, identificando obstáculos e outros veículos, e consegue realizar a manobra do implemento de forma correta, mesmo em vagas apertadas.
Veículos do tipo, que estão sendo desenvolvidos aos montes pelo mundo, querem retirar um dos elementos mais importantes do setor de transportes atualmente: O Motorista.
Além de menores custos para operação, robôs trabalham sem parar, de sol a sol. Apesar disso, o uso em larga escala ainda deve demorar vários anos para ser adotado, e, em rodovias, vai demorar ainda mais.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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