O texto do projeto, se for aprovado, vai assegurar a gratuidade do exame para esses motoristas, desde que estejam devidamente inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico.
Motoristas que tenham renda igual ou menor que dois salários mínimos também poderão ter uma redução na taxa, de 50%.
Apesar disso, o projeto prevê que a coleta do exame seja feita por unidades de saúde pública do SUS, e a coordenação da isenção e descontos deverão ser operacionalizados pelo Contran.
Para o deputado, o custo do exame é alto, comparando com o valor do salário mínimo recebido por muitos trabalhadores.
“Levando em consideração que o salário mínimo vigente é de R$ 1.100,00 (mil e cem reais), seria injusto cobrar o pagamento de um exame, visto que em grande parte do país o valor é 150,00 (cento e cinquenta reais) ou mais, dependendo da variação, que embora necessário, comprometem a subsistência daquele que almeja um lugar no mercado de trabalho”, afirmou o deputado, na justificativa do projeto.
O deputado ressalta que uma grande parcela da população idosa do Brasil, que tem mais de 60 anos, ainda é altamente produtiva e ativa, e continuam trabalhando para complementação de renda.
“Diante deste cenário, percebe-se que a isenção e o desconto na taxa do exame toxicológico é uma eficiente medida de proteção social, que contribui para assegurar a igualdade de oportunidades baseada no princípio da isonomia, essencial para os brasileiros de baixa renda, que são maioria no Brasil”, complementou o deputado.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, acesse nossa página de política de privacidade
Leia mais