O formato do leilão é o mesmo usado nas rodovias paranaenses, prometendo bons resultados para a população do estado.
O modelo de concessão foi bem estruturado, sendo decisivo para a seleção dos investidores. A briga pela rodovia ficou entre as duas maiores empresas de concessão do Brasil: CCR e EcoRodovias.
“Quando o contrato é bem feito, quando um mecanismo de concessão é bem arrumado, bem claro, isso dá segurança aos investidores. Um contrato claro é uma grande força para o sistema de concessões rodoviárias”, avaliou Nicolo Caffo, diretor do Grupo EcoRodovias.
Seguindo o modelo, o usuário foi premiado com a menor tarifa prevista (R$ 0,10 por km), além de ter a disposição R$ 960 milhões a serem aplicados, futuramente, em novas obras ou até mesmo para outras reduções no preço do pedágio – R$ 320 milhões vão para os cofres da União.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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