Durante a construção, os operários já notavam que a estrutura balançava com o vento. Geralmente, o vento fazia a pista da ponte subir e descer, e mesmo com tentativas de amortecimento do balanço, ela continuava se movendo.
Foi quando, em 7 de novembro de 1940, ventos com 64 km/h iniciaram um movimento muito maior da estrutura, torcendo a ponte inteira. Os registros mostram que a estrutura começou a balançar com mais força às 10 horas da manhã, e pouco depois das 11 horas a estrutura desabou.
Acreditava-se que a ponte havia sido destruída por conta do fenômeno da ressonância. Com a força do vento, a oscilação da estrutura foi aumentando, até chegar a um ponto máximo, que fez com que os cabos não aguentassem e a ponte ruiu.
Porém, atualmente, com mais estudos, foi comprovado que, além da ressonância, a variação da tensão nos cabos foi responsável pela queda da ponte. Com a movimentação, a tensão nos cabos aumentava e diminuía sem parar, chegando a ser de mais de 36 ciclos por minuto. Com a força do vento, a pista da ponte subia e descia numa variação de até 8,5 metros.
Depois que a ponte original caiu, em 1940, outra foi construída no local, com estrutura rígida, que não permitia movimentação excessiva. No acidente de 1940, apenas um veículo e um cachorro que estava dentro dele acabaram caindo no rio. O cachorro foi a única vítima fatal.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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