De acordo com dados do processo, que teve sua conclusão na última segunda-feira, os envolvidos subornaram funcionários públicos, usaram documentos falsos e tiveram acesso não autorizado a computadores do sistema de trânsito.
Além das auto escolas, vários funcionários do governo foram condenados, com penas que chegam a cinco anos de cadeia, além de multas.
As atividades criminosas acusadas nesses casos ocorreram em toda a Califórnia, incluindo o Vale Central, a Bacia de Los Angeles e o norte até Eureka.
No processo, o procurador dos EUA, Phillip A. Talbert disse que os réus ajudaram a colocar motoristas comerciais não qualificados nas rodovias do país operando grandes veículos comerciais, mesmo que esses motoristas não tivessem passado nos testes escritos e de direção necessários.
Os funcionários do governo aceitaram subornos para inserir resultados de testes fraudulentos para candidatos que nem mesmo haviam feito os testes ou que não conseguiram passar neles.
Várias escolas de caminhões na Califórnia procuravam funcionários corruptos que eles pudessem subornar para ajudar alunos reprovados ou não qualificados a obter suas licenças comerciais de qualquer maneira.
No total, centenas de autorizações e carteiras de motorista comerciais fraudulentas foram emitidas como parte desses esquemas, colocando em risco a segurança pública.
Todos os réus envolvidos no processo já estão cumprindo suas penas, exceto um, que faleceu antes do julgamento.
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