De acordo com a Justiça paulista, a empresa vinha enfrentando dificuldades financeiras há vários anos, agravadas pela greve de caminhoneiros de 2018 e também pela pandemia.
Fundos de investimento e outros credores da empresa ficam proibidos de cobrar dívidas e tomar outras medidas contra a transportadora.
A Justiça também determinou que a empresa e a administradora judicial apresentem o plano de recuperação nas próximas semanas.
A empresa ainda não se pronunciou sobre a recuperação judicial.
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