De acordo com a PRF, o caminhoneiro disse que comprou o documento por cerca de R$ 1.000.
De acordo com o homem, ele precisava ser habilitado na categoria E para se cadastrar em algumas empresas para as quais gostaria de prestar serviço de transporte de carga.
A CNH verdadeira foi apresentada à equipe policial e constava que o caminhoneiro era habilitado apenas na categoria D.
Os dados foram confrontados e confirmados em consulta ao Registro Nacional de Carteira de Habilitação (RENACH).
O motorista foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, onde será investigada a possível prática de falsificação de documento público.
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