Inicialmente, serão aplicados R$ 18 milhões em projetos colaborativos, que vão envolver instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e empresas da cadeia automotiva e de tecnologia.
“A solução abrange a utilização de tecnologias disruptivas como internet das coisas, inteligência artificial e blockchain para viabilizar a geração de ambiente sustentável que promova a transição para uma frota veicular com maior eficiência energética e menor emissão de gases. Nesse contexto, motoristas, gestores de frota, montadoras e corporações em geral são incentivados a adotar iniciativas ecologicamente responsáveis”, informou o Inmetro.
O dinheiro usado para o projeto vira do programa Rota 2030, uma iniciativa do Governo Federal criada em 2018, que define as normas para veículos produzidos e vendidos no Brasil nos próximos 15 anos.
Inicialmente, o projeto conta com parceria com as universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e de Pernambuco (UFPE), e com as empresas Embeddo Computação Aplicada, Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWTB), Peugeot Citroen Do Brasil, e FCA Fiat Chrysler.
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