O caminhão original usava placas de outro Scania R124, que pertence à mesma empresa. A PRF se aprofundou na investigação, para descobrir o motivo da fraude.
Em consultas, foi descoberto que o caminhão possuía restrição judicial, o que impede sua circulação, transferência e venda, e o uso das placas clonadas permitia a circulação irregular.
O cavalo mecânico e o motorista foram levados para a Polícia Civil de Sinop, que dará continuidade às investigações.
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