De acordo com o engenheiro, essas trincas ocorrem quase sempre na região traseira do primeiro tanque, onde fica o último berço do implemento. Isso ocorre por conta da alta variação de rigidez à torção do conjunto formado pelo tanque e chassi.
“O tanque é um elemento absolutamente rígido à torção, e no último berço, o prolongamento do chassi traseiro, onde fica a quinta-roda, é um elemento de baixa rigidez à torção. Ou seja, a parte traseira torce, e o tanque não torce, o que favorece a criação de tensões elevadíssimas no chassi”, destacou o engenheiro.
Fica o alerta aos motoristas que trabalham com equipamentos do tipo, transportando líquidos ou cimento, por exemplo: É necessário realizar uma inspeção frequente no local, para detectar qualquer possibilidade de aparecimento de uma trinca, que pode levar a uma falha catastrófica no conjunto, acarretando acidentes graves!
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