Marcopolo destroi peças não originais apreendidas em São Paulo e Minas Gerais

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Com o objetivo de garantir a segurança dos passageiros e usuários de ônibus Marcopolo, a empresa promoveu, no último dia 5 de agosto, em Arujá, na região metropolitana de São Paulo, a destruição de dois lotes de peças não originais apreendidas em lojas de autopeças de São Paulo e Minas Gerais. A ação faz parte do programa “Peça Original Marcopolo” e visa alertar os clientes e consumidores sobre os riscos de utilização de peças não originais, que comprometem a segurança e o bem-estar dos usuários de ônibus.

De acordo com Antônio Carlos Boff, gerente de Pós-vendas da Marcopolo, o programa “Peça Original Marcopolo” foi criado no final de 2011 com o intuito de promover a conscientização para a importância da aplicação de peças originais devidamente homologadas. “Muitas peças, como faróis, lanternas e sinalizadores, estão diretamente ligadas à segurança ativa do veículo. Um farol irregular pode, além de iluminar de forma errada, ofuscar e “cegar” momentaneamente o motorista do carro que trafega em sentido contrário, causando acidentes”, salienta o executivo.

A Marcopolo investiu mais de R$ 5 milhões em pesquisas e desenvolvimento dos componentes de iluminação, como os conjuntos ópticos dianteiros e traseiros utilizados nos modelos de ônibus rodoviários e urbanos da marca. “Os faróis originais Marcopolo são homologados e atendem às mais rigorosas legislações internacionais, especialmente em relação ao campo de iluminação e à eficiência luminosa”, explica. “Os requisitos para homologação destas peças levam em conta, sobretudo, a segurança do veículo, fator chave para o transporte de passageiros”, conclui.

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As peças apreendidas e destruídas são cópias não homologadas por nenhum órgão competente, não atendem a legislação brasileira vigente e podem colocar em risco a segurança e a integridade dos passageiros e usuários.

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As ações de apreensão foram movidas pela Marcopolo no intuito de chamar a atenção do mercado para estes componentes falsificados, que podem induzir os clientes ao erro ao adquiri-los sem ter conhecimento dos riscos de sua utilização. As falhas no campo de iluminação e o alto índice de ofuscamento são as razões principais para esta ação.




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