Porém, a adesão ao movimento foi fraca, com poucos bloqueios na tarde de hoje em rodovias do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde os caminhoneiros parados solicitavam que outros aderissem ao movimento. A ideia do movimento, que não possui liderança específica, é ficar mobilizados por tempo indeterminado.
Não há previsão de paralisações nos próximos dias, e também nenhum sindicato parece estar envolvido com os caminhoneiros nesses bloqueios.
No início do ano duas grandes greves de caminhoneiros fizeram com que o governo corresse para aprovar sem vetos a nova Lei dos Caminhoneiros (13.103/15), além do governo prometer atender a outras reivindicações, que, após o enfraquecimento do movimento grevista, foram vetadas ou não apreciadas pelos governistas.
No atual momento, com uma nova alta do diesel, redução da quantidade de fretes, aumentos constantes dos custos do transporte rodoviário e diversos outros problemas enfrentados pelos caminhoneiros, as rodas de conversa em postos de combustível sempre tratam de uma possível greve, mas que em realidade não tem adesão de grande parte dos caminhoneiros.
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