A tatuagem foi feita a quase 10 anos, e hoje Cintia se dedica ao filho de 12 anos e aos estudos, mesmo amando estar na estrada. Quando pode, viaja com o marido, e acompanha a difícil vida dos caminhoneiros, tão desprezados pela sociedade, autoridades e governo, como ela mesma afirma.
A maioria das pessoas que vê a tatuagem gosta do resultado, só ficam surpresos por Cintia ser mulher, já que normalmente caminhão está no gosto dos homens. “Amo a 113 de paixão. Como não posso ter uma, tenho pelo menos no corpo e no coração! Quando vejo uma Scania 113 azul meu coração chega a acelerar”, finaliza.
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