As modalidades que registraram maior alta foram veículos pesados (24,74%), utilitários (24,43%) e automóveis (4,31%).
O gerente de Operações do Grupo Tracker, Rodrigo Boutti, destaca que, no caso dos caminhões, houve “um significativo aumento no número de eventos em que ficou evidente a procura pelo cavalo mecânico, muito provavelmente relacionado ao abastecimento de peças em desmanches”.
No caso dos utilitários, a alta também é uma consequência da procura por peças de reposição em desmanches e ainda pelo aumento do roubo de cargas. “Estes veículos também transportam cargas e acabam virando alvo dos bandidos”, completa Boutti.
O Grupo Tracker pertence ao Tracker VSR Group, que está presente em 13 países, entre eles Colômbia, Venezuela, América Central e Espanha. Atualmente é a maior empresa de rastreamento do país e oferece produtos para os mercados Segurador, Transporte e Logística, Construção Civil e Agrícola, além de veículos de passeio.
Em 16 anos de atividade, o Grupo Tracker já recuperou mais de 41 mil veículos, evitando um prejuízo de cerca de R$ 3,9 bilhões. A tecnologia utilizada nos rastreadores da Tracker é a radiofrequência, considerada a melhor solução para roubo e furto e imune à ação de inibidores de sinais – jammers. Também oferece produtos baseados no GPS/GPRS indicados para monitoramento e gestão de frotas. Todos certificados pela ANATEL e ANAC. Os produtos com radiofrequência têm ainda a certificação do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária).
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