“Somos reconhecidos mundialmente por soluções de transporte inovadoras. Este é mais um lançamento que vai revolucionar o transporte no agronegócio brasileiro, um dos mais competitivos do mundo”, declara Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina. “Mais uma vez, mostramos a força da inovação e da liderança em tecnologia presentes no DNA da Volvo”, complementa o presidente.
Precisão
O novo caminhão foi desenvolvido em pouco mais de um ano e testado com grande sucesso nas lavouras da Usina Santa Terezinha, uma das empresas do Grupo Usaçucar, um dos maiores produtores e exportadores de açúcar do Brasil, sediado em Maringá, no Paraná. Conduzido autonomamente, o caminhão roda ao longo das linhas da plantação, sem passar por cima das soqueiras. Com uma precisão de 2,5 centímetros, considerada bastante alta pelos especialistas, reduz a queda da produtividade a valores mínimos.
“Não esmagar os pés de cana remanescentes na colheita era uma reivindicação antiga que tínhamos. O pisoteamento de soqueiras é atualmente o principal malefício da cultura da cana-de-açúcar no Brasil, maior inclusive que os problemas provocados pelo clima e por pragas”, afirma Paulo Meneguetti, diretor financeiro e de suprimentos do Grupo Usaçucar, cliente da Volvo há 30 anos.
Dados disponíveis em pesquisas do setor sucroalcooleiro informam que atualmente, no Brasil, o pisoteio das soqueiras diminui entre 5% e 10% a produtividade anual da cultura. “Esta nova tecnologia contribuirá decisivamente para melhorar a produtividade na operação”, diz Meneguetti.
Tecnologia de ponta
“A tecnologia da Volvo proporciona alta precisão no traçado do caminhão, enquanto o motorista acompanha a operação e utliza o seu tempo para outras tarefas importantes, como o transbordo, o descarregamento e outros controles administrativos da operação”, explica Bernardo Fedalto, diretor de caminhões Volvo no Brasil. “O setor sucroalcooleiro opera com larga escala, pois as margens de lucro são estreitas. Nossa solução garante maior produtividade no campo e mais rentabilidade no negócio”, destaca Fedalto.
O caminhão autônomo foi desenvolvido pelos engenheiros da Volvo no complexo industrial da empresa em Curitiba, no Paraná, em colaboração com os especialistas da marca na Suécia e com os técnicos da Usina Santa Terezinha. “Nós trazemos para o Brasil o que há de mais avançado nesta área e também desenvolvemos tecnologia de ponta no país”, observa o diretor.
VM Autônomo é resultado da engenharia avançada da Volvo no Brasil
O VM Autônomo é fruto do intenso trabalho da área de pesquisa e engenharia avançada do Grupo Volvo, que vem desenvolvendo veículos e máquinas inovadoras para diferentes mercados e aplicações em todo o mundo. Projetado pelos engenheiros da empresa no complexo industrial de Curitiba, em colaboração com os especialistas da marca na Suécia, o veículo dirigido ao setor sucroalcooleiro comprova o compromisso da Volvo com o transportador.
A nova tecnologia zera a queda da produtividade por pisoteamento das soqueiras (brotos) pelo caminhão durante a colheita da cana-de-açúcar. A operação de transbordo é responsável por 4% na redução de produtividade por área de um ano para outro. O caminhão roda autonomamente pelas lavouras com uma precisão de 2,5 centímetros na direção, uma exatidão que não seria conseguida pelo motorista.
“O segmento sucroalcooleiro trabalha com grandes volumes de produção e precisa reduzir ao máximo as perdas em todas as etapas da cultura. Todo ganho de produtividade faz uma grande diferença na rentabilidade do negócio”, diz Ribas.
Automação adequada
“A tecnologia do novo VM é avançada e foi desenvolvida para atender a demanda do setor, para garantir a produtividade durante a colheita da cana. É uma tecnologia que resolve o problema de precisão, que é humanamente impossível de conseguir, inclusive nas manobras em marcha ré”, explica Roberson Oliveira, gerente de projeto de engenharia avançada do Grupo Volvo América Latina.
Depois do mapa digital do canavial ser inserido no computador de bordo do caminhão, a solução da Volvo reconhece precisamente as linhas da plantação, evitando o pisoteamento. O papel do condutor é conduzir o veículo até o início da linha na lavoura, encontrando a rota a ser seguida, e depois retirá-lo da plantação para fazer o transbordo nos veículos de transporte que levarão a carga até a usina de açúcar.
O VM Autônomo desenvolvido para a colheita da cana-de-açúcar mecanizada é um caminhão de 6×4 eixos, com pneus de alta flutuação, mas dotado de outros modernos equipamentos.
Tecnologias Volvo
O sistema é composto por duas antenas GPS de alta precisão (GNSS/RTK), parte do sistema VDS (Volvo Dynamic Steering, o revolucionário sistema de esterçamento da marca), dois giroscópios de alta sensibilidade e um display posicionado no interior da cabine do caminhão, que funciona como interface homem-máquina. “É uma solução extremamente inovadora, desenvolvida a partir de tecnologias já disponíveis comercialmente no Grupo Volvo”, diz Roberson Oliveira.
O VM Autônomo utiliza a tecnologia RTK (Real Time Kinematics) para geolocalização. Usando unidades de medição de inércia, os chamados giroscópios, o sistema identifica detalhadamente a inclinação e o deslocamento do veículo, tanto da cabine como do chassi, bem como seu movimento relativo, inclusive a angulação do terreno. O controle lateral do caminhão é extremamente preciso, justamente para que os pneus não passem por cima das soqueiras. “Está no DNA da Volvo ser a vanguarda tecnológica do setor de transporte. Esta é mais uma solução inédita para o mercado”, finaliza Ribas.
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