Isso porque, no intervalo de mais de 36 horas entre a comunicação do sinistro e o efetivo atendimento, o veículo foi novamente abalroado e ainda precisou ser deslocado para o acostamento de forma a permitir o tráfego na pista de rolamento. Os dois acontecimentos provocaram mais danos no caminhão.
A decisão da 3ª Câmara Civil do TJ confirmou sentença da comarca de Abelardo Luz. O desembargador Saul Steil, relator da apelação, destacou que o autor comprovou as ligações para a seguradora através dos protocolos de atendimento, assim como testemunhas confirmaram os diversos contatos, todos infrutíferos em promover a celeridade no atendimento ao sinistro.
Como considerou impossível avaliar individualmente quais danos cada evento provocou – duas colisões e arrastamento do caminhão para fora da pista -, o relator definiu o valor da condenação com base no montante gasto para o conserto do veículo. A decisão foi unânime
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