Os caminhoneiros iniciaram protestos contra um aumento do valor do diesel anunciado em janeiro, e também contra a liberação da circulação de bitrens brasileiros em rodovias do Paraguai, por conta da possível redução da quantidade de fretes para caminhoneiros autônomos.
A greve chegou a afetar o abastecimento de diversas cidades do Paraguai, e faltou combustível e outros produtos em muitas localidades do país. Houve racionamento de combustível até mesmo em Cidade do Leste, que faz fronteira com Foz do Iguaçu.
Os caminhoneiros mantiveram a greve, que não teve apoio de sindicatos, por pelo menos 12 dias.
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