O esquema contava com ajuda de motoristas. De acordo com as investigações, os motoristas de caminhão avisavam a quadrilha sobre as cargas, e um roubo era simulado. Havia até agressão contra os motoristas, para simular com mais exatidão um roubo real.
Em geral, antes mesmo da carga sair do carregamento, já estava vendida. Os motoristas envolvidos no esquema chegavam a ficar com até 10% do valor de revenda das cargas. Os produtos roubados vão de alimentos a eletrônicos e peças de carros. Dentre essas cargas, haviam televisores e celulares, que chegavam a R$ 800 mil.
Sidemar está preso em São Paulo por conta de um desvio de uma carga de queijo parmesão em Teodoro Sampaio. Na última terça-feira a polícia prendeu 23 integrantes da quadrilha, entre motoristas e intermediários.
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