Um dos crimes encontrados pelos policiais está a adulteração do equipamento que permite os caminhões transitarem sem o ARLA 32. A substância é um composto químico de uréia e água desmineralizada, que é injetado no sistema de escapamento dos caminhões. Sem ele, os veículos poluem 5 vezes mais.
Para identificar as fraudes os policiais verificam a cabine e o sistema elétrico do veículo. Depois, uma quantidade do composto químico é colocada em um aparelho chamado refratômetro que vai medir sua autenticidade. O valor obtido precisa estar entre 30 e 35.
“Nós ficamos surpresos com a quantidade de caminhões flagrados com irregularidades. Em menos de 10 dias de operações nós já encontramos 11 ou 12 caminhões com irregularidades diversas, desde fraudes simples até aquela mais elaborada com implantação de sistema para inibir o uso do Arla 32”, destacou o policial João Eudes.
Fraudar o Arla 35 é crime com pena de um a quatro anos de prisão e multa.
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