Após um acordo que não foi aceito pela Abcam, o governo o fim da greve na noite de ontem, informando que teriam o prazo de 30 dias para decidir quais medidas serão tomada. Porém, por a Abcam não ter aceito os termos do acordo, a greve continua em todo o país.
No quarto dia de protestos, os caminhoneiros passaram a contar com apoio quase total da população, recebendo alimentos, água, cobertores e outros itens para se manterem nos protestos. Também houve centenas de atos em apoio à greve. Milhares de pessoas se juntaram aos caminhoneiros, formando uma das maiores manifestações que o país já viu.
Devido à greve, indústria, comércio e serviços já estão paralisando suas atividades por conta da falta de produtos. Várias fábricas pararam suas linhas de montagem, itens básicos estão acabando em supermercados e quase não há mais combustível em postos.
A Abcam pediu aos caminhoneiros que se mantenham em greve até que o governo reduza significativamente os valores dos impostos que incidem sobre o valor dos combustíveis. O pedido da entidade diz que os caminhoneiros ficaram em greve até que o decreto seja publicado no Diário Oficial da União.
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