Os caminhoneiros já articulavam uma greve para o dia 22 de janeiro, para exigir o cumprimento da tabela de fretes, que vinha sendo descumprida por meio de decisões judiciais. Outras empresas se negavam a pagar os valores de frete de acordo com a Política dos Preços Mínimos para o Transporte Rodoviário de Cargas, e ainda coagiam os motoristas para aceitarem as ofertas abaixo do valor correto.
A tabela de fretes, como é chamada, foi derrubada após uma decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, que impede a ANTT de multar as empresas que descumprem o tabelamento. A decisão atendeu ao pedido da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil, a CNA.
A fiscalização da ANTT, com as multas, era a única forma de garantir o cumprimento da lei da tabela de frete. As multas partiam de fiscalizações nas rodovias e denúncias feitas por caminhoneiros por meio da Ouvidoria da ANTT.
Os caminhoneiros interagem por meio das redes sociais, principalmente grupos no Facebook e Whatsapp, onde trocam mensagens afirmando que a nova greve irá ser feita. A imagem abaixo acompanha as publicações.
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