Mas quando não se encontram mais pessoas dispostas a encararem essas profissões em seus países, o que fazer?
A resposta para essa pergunta vem sendo respondida com importação de mão-de-obra. Para o setor de transportes existem projetos em aberto no Canadá, Japão e alguns países da Europa, que buscam pessoas qualificadas em países mais pobres, com ofertas de salários altos e outros benefícios, como fornecimento de moradia e alimentação.
É o caso da empresa Waberer, da Hungria, que acaba de trocar de SEO. Desde 01 de fevereiro, Robert Ziegler assumiu o cargo na empresa, e no balanço anual apresentado no último final de semana, que apresentou crescimento da empresa, foi anunciada a busca por profissionais fora da Europa Ocidental.
A Waberer tem hoje uma frota de 4.429 caminhões atuando em toda a Europa.
Com essa frota imensa, são necessários milhares de caminhoneiros contratados, e a empresa vem sofrendo com uma boa parte da frota parada sem ter motoristas aptos para dirigir.
Para tentar sanar a falta de motoristas, a empresa anunciou a contratação de motoristas de países do leste europeu, principalmente da Sérvia e Ucrânia. Para os profissionais capacitados para trabalharem com os caminhões da empresa, são oferecidos salários bem mais altos do que eles receberiam nos seus países de origem, e outras bonificações.
Mas a crise do transporte tem sido tão grande, que até mesmo nesses países, com ofertas ótimas de salário, ainda é difícil encontrar motoristas dispostos a trabalhar.
Com o crescimento elevado da economia nos países de “primeiro mundo”, a escassez de caminhoneiros só tende a aumentar.
O programa de importação de mão-de-obra ainda não está disponível no Brasil.
Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, acesse nossa página de política de privacidade
Leia mais