Para facilitar a aprovação da tabela dos fretes por todos os envolvidos, o governo dividiu as reuniões por grupos, dependendo dos tipos de cargas.
O pedido do setor industrial é que a tabela de fretes seja usada apenas como referencial, sem ser obrigatória. Desde a criação da tabela de fretes, após a greve de maio de 2018, ela nunca foi colocada em prática efetivamente.
Apesar desse descontentamento dos caminhoneiros, o governo está tranquilo quanto às negociações, e não vê a possibilidade de uma nova greve.
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