O caminhoneiro destaca o bom andamento das obras, que vem sendo realizadas pelo Exército, e lembra as dificuldades enfrentadas em anos anteriores.
O caminhoneiro, que não teve o nome divulgado, conta que em outras ocasiões chegou a ficar 22 dias atolado na rodovia, sem água e comida, e que chegava a pegar água da chuva para poder cozinhar. Na época, uma mobilização popular levou água e cestas básicas aos caminhoneiros presos na rodovia.
De acordo com o Governo Federal, a finalização da pavimentação deverá ocorrer até dezembro, quando a rodovia estará totalmente asfaltada, acabando com os atoleiros.
A maior parte do trajeto vem sendo pavimentada pelo 8º Batalhão de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro, que vem batendo recordes na pavimentação e produção de CBUQ para as obras.
No último mês de Agosto, os militares produziram em apenas um dia, 1.980 metros de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) para as obras, que foram imediatamente aplicados na rodovia.
O militares já finalizaram o primeiro trecho, com 28 quilômetros, entre Moraes de Almeida e Miritituba. Além da pavimentação, eles trabalham dia e noite para sinalizar e dar acabamento às obras.
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