O valor mais expressivo foi o de um processo de um caminhoneiro contra uma transportadora de Anápolis-GO, que atingiu a cifra de R$ 600 mil.
O caminhoneiro era exposto à jornada abusiva, sem receber horas extras, e também não tinha direito ao intervalo entre as jornadas de trabalho. Além disso, não recebia pelo tempo de espera, diferença de prêmios, folgas e feriados não usufruídos e nem adicional noturno.
A conciliação entre o motorista e a empresa de logística foi mediada pela servidora Fernanda Rosa Cunha, e o acordo foi homologado pelo juiz titular da 1ª Vara do Trabalho de Anápolis, Luiz Eduardo Paraguassu, na última quarta-feira, 18/9.
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