Volkswagen e-Delivery – Toda a potência da eletricidade

Os testes, realizados pela MAN em parceria com a Ambev, com o modelo de 14 toneladas de PBT, economizaram mais de 3 mil litros de diesel em um ano, com 15 mil quilômetros rodados. Além disso, o caminhão deixou de emitir mais de 11 toneladas de CO2 na atmosfera.
A Ambev, que testa o modelo há mais de um ano, já realizou uma pré-encomenda de mais 1.600 unidades, que serão entregues até 2023, e vão ser usados em distribuição urbana em várias cidades do país.
A autonomia média das baterias é de 200 quilômetros, ideais para operações em cidades, que rodam menos que isso diariamente, enfrentando muito anda e para. O motor elétrico do veículo foi desenvolvido pela WEG, e oferece 260 kW de potência (348 cavalos), com o impressionante torque de 2.150 Nm. Isso, para um veículo médio, é muito mais do que suficiente.
A recarga das baterias é feita pela tomada. Em duas horas as baterias estão com a carga completa, e o veículo pronto para mais 200 quilômetros. O caminhão ainda conta com um sistema de recarga programada, que inicia a recarga apenas nos horários fora dos picos de consumo de energia elétrica.
Além disso, o caminhão conta com um sistema de regeneração de energia, o famoso KERS (Sistema de Recuperação de Energia Cinética, em inglês Kinetic Energy Recovery Systems), que recarrega as baterias e tem três níveis de potência. Além da recuperação de energia, o sistema freia o caminhão em declives, funcionando como um freio-motor de alta potência, gerando muita economia em peças do sistema de freios de serviço do veículo.
Os outros sistemas do veículo, como ar-condicionado, compressor de ar dos freios, bomba da direção hidráulica e bomba de água do sistema de arrefecimento são tocados por motores elétricos menores, independentes, que não são usados quando não são necessários, evitando desperdício de potência do motor e energia das baterias.
Para além da tecnologia elétrica e potência do veículo, nada muda de um Volkswagen Delivery tradicional, a diesel. O caminhão tem o mesmo conforto, design e características do modelo convencional.
Impressões

A primeira impressão é a ausência de ruído. Apesar do motor estar ligado, apenas o compressor do ar-condicionado estava funcionando, fazendo quase nenhum som.
Ao entrar no veículo, a única diferença perceptível é no painel de instrumentos, que mostra a aceleração do caminhão e também a faixa de regeneração de energia, quando se tira o pé do acelerador.
Ao pisar no acelerador, o caminhão anda com força. No motor elétrico, todo o torque é despejado de uma vez, sem a curva de torque progressivo dos motores diesel. O e-Delivery acelera fácil, não sendo notado o peso das baterias e implemento.
Ao parar em rampas, o caminhão tem o sistema de auxílio para partida, que deixa o caminhão freado por alguns segundos, até que se pise novamente no acelerador. Quando se acelera, o caminhão fornece todo o torque novamente, subindo com facilidade.
Na descida, mesmo no primeiro nível de regeneração do KERS, o caminhão é segurado pelo sistema, sem necessidade do uso do freio de serviço.
Ao retornar ao local de partida, o motor para completamente, e o ruído que fazia durante a rodagem desaparece. Esse ruído da rodagem é quase inaudível com o caminhão completamente fechado.
O Volkswagen e-Delivery é um produto com excepcional vocação para distribuição urbana, com redução de custos, de emissões e de ruídos, cada vez mais buscados pelos operadores de transporte desse tipo.

Boa colocação.
Caminhão e carro elétrico são duas DESGRAÇAS. E dá até para enumerar os motivos pelos quais os chamo assim. Vamos lá:
1) Dizem que são veículos “ecologicamente corretos”, não emitindo nenhum poluente para contaminar o ar, PORÉM, os compostos minerais das baterias são altamente tóxicos ao meio ambiente e à saúde humana. A fabricação em larga escala vai iniciar um frenesi das mineradoras escavando e poluindo rios e solo em muitos lugares. Então não são veículos corretos para o meio ambiente.
2) Pouco tempo de durabilidade das baterias. Assim como as baterias convencionais que equipam todos os tipos de veículos, as baterias automotoras duram no máximo 6 anos, bem menos do que os 20 anos de um motor tradicional bem cuidado e com a manutenção em dia. E vai sair CARO para substituir por que geralmente é uma bateria em cada roda do carro. Vai custar mais que fazer um motor novo.
3) Risco de incêndios em dias quentes. Isso aconteceu e acontece muito. A Tesla que o diga! Dias quentes são os piores inimigos dos veículos elétricos. As baterias apresentam sérios problemas quando usadas intensamente em dias quentes. Elas estufam, o lítio vaza e elas pegam fogo.
4) Não tem robustez nenhuma. O quê fazer quando é necessário muita força para passar lamaçais ou robustez para atravessar alagamentos com essas bagaças elétricas? NÃO SÃO FEITOS PRA ISSO, para encarar desafios dessas estradas de chão e ruas alagadas por chuvas torrenciais. Veículos elétricos apresentam maiores riscos de panes e curto circuitos que veículos com motores.
5) Autonomia variável. Se for necessário acelerar para chegar mais rápido ao destino, a autonomia cai bruscamente e o veículo pode ficar no meio da estrada descarregado. São feitos pra andar pouco. E parar no meio da Estrada onde não tem ponto de recarga? Vão arrumar extensões caseiras de 30 km de comprimento? Só sai de lá com guincho!
SOLUÇÃO PARA O FUTURO: BIOCOMBUSTÍVEIS SEM MISTURA COM DERIVADOS DE PETRÓLEO. Preserva os motores e não polui o ambiente. Vou usar isso e SAIR de perto dos elétricos.