De acordo com a CNT, o setor de transportes deverá ser um dos mais afetados na crise deste ano, causada pelo coronavírus.
Comparando o primeiro trimestre deste ano, com o primeiro trimestre do ano passado, também houve queda, menor, de 1,6%.
Apesar do setor ter sentido mais fortemente os impactos da crise do coronavírus, havia também a probabilidade de acontecer uma crise, mesmo se não houvesse a doença.
De acordo com a CNT, com investimentos em queda, elevada ociosidade da mão de obra e de máquinas e equipamentos e enfrentando problemas no setor externo, o setor já dava sinais de dificuldades de recuperar os prejuízos da recessão de 2014-2016.
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