O caminhão é equipado com motor OM 457 LA, de 12 litros, 345 cv e 1.450 Nm de torque, com CMT de 50 toneladas. Equipado com câmbio manual ZF 16S-1650 e eixo traseiro HL7, ficou conhecido pela robustez, baixo custo de manutenção e conforto da cabine.
De acordo com Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing da Mercedes-Benz, em entrevista ao Blog do Caminhoneiro em 2019, durante a Fenatran, o modelo já não consegue receber novas tecnologias, e continua em linha de produção por uma demanda muito específica, principalmente do transporte de minérios de Minas Gerais.
“O Atron 1635 é um produto com projeto antigo, que não consegue receber certas tecnologias. É um produto que a gente tem porque um segmento específico, os caçambeiros de Minas Gerais, adoram o caminhão, idolatram o caminhão, e a produção do modelo foi prolongada em função do que a gente escutou deles. Mas em algum momento ele vai acabar”, disse o executivo.
Apesar do projeto antigo, o caminhão ainda vendia bem, com mais de 600 unidades emplacadas em 2019.
Foto de Affonso Celso Parpinelli.
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