Na última semana, a Confederação Nacional do Transporte (CNT), havia enviado carga ao Ministério da Saúde, solicitando a inclusão desses trabalhadores no público com direito a receber a vacina assim que estiver disponível.
Apesar dos caminhoneiros e motoristas de ônibus passarem a fazer parte desse grupo, o ministério não se posicionou sobre os profissionais dos setores ferroviário, aéreo, navegação e portuário.
“Esses profissionais são os responsáveis pela prestação dos serviços de transporte de vacinas, pessoas, alimentos, medicamentos e outros suprimentos necessários para atravessarmos o momento crítico que se abateu sobre o país. Nos ares, portos, estradas ou vias urbanas, esses profissionais são fundamentais”, destacou Vander Costa, presidente da CNT, no pedido enviado ao Ministério da Saúde.
Na carta, a CNT colocou à disposição do governo todas as 157 unidades do SEST SENAT espalhadas pelo Brasil para vacinação dos caminhoneiro.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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