De acordo com a investigação, o grupo denunciado movimentou mais de R$ 50 milhões desde 2016. Como esse tipo de implemento não é previsto pelo Contran, a alteração é considerada irregular.
A Polícia Civil e o Ministério Público passaram a monitorar oficinas e suspeitos. Além deles, uma empresa que realizou vistorias nos veículos, em Arapongas, no Paraná, também é investigada.
Os suspeitos realizavam as modificações em diversas oficinas, principalmente em São Paulo, e depois encaminhavam as carretas para o Paraná, para que as vistorias fossem realizadas e os veículos obtivessem autorização para circular.
De acordo com especialistas, esse tipo de modificação pode por em risco todos os usuários das rodovias, já que as condições de seguranças do veículo, como frenagem e estabilidade, não foram completamente estudadas.
A modificação também acarreta sobrecarga às estruturas das rodovias, podendo causar diversos danos às estradas, pontes e viadutos, e redução da vida útil do pavimento.
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Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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