Apesar da queda no número de acidentes, a letalidade se manteve praticamente a mesma. 5.287 pessoas perderam a vida nesses acidentes, 0,8% menos que as 5.332 pessoas falecidas em decorrência de acidentes em 2019.
Esses dados fazem parte do Painel CNT de Consultas Dinâmicas de Acidentes Rodoviários, que foi atualizado, nessa quinta-feira (28), com os números de 2020, e foram disponibilizados pela Polícia Rodoviária Federal.
Entre as estatísticas do estudo, estão as rodovias BR-101, com 8.175 acidentes registrados, maior número do país, e também a BR-116, que é a que mais mata. Nela, 690 pessoas perderam a vida no ano passado.
Já o custo estimado ao Brasil por conta dos acidentes na rodovias federais, levando em consideração danos, custos do SUS e outros é estimado em R$ 10,22 bilhões.
“Reduzir o número e a gravidade dos acidentes rodoviários é promover o transporte no país, com benefícios claros à economia e à sociedade. Assim, desenvolver ações voltadas à melhoria das condições viárias, à capacitação dos motoristas e à segurança veicular são a melhor estratégia para a superação desse grave problema”, disse o presidente da CNT, Vander Costa.
Caminhões estiveram envolvidos em 13 mil acidentes, representando 17,6% do total de ocorrências registradas nas rodovias federais. Esses acidentes respondem por 836 mortes.
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Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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