Esses novos caminhões, que ainda arrancam suspiros dos caminhoneiros, chegaram ao mercado com mais potência e maior torque, ao mesmo tempo em que reduziam as emissões e o consumo de combustível, na comparação com a Série 2.
Já naquela época, a Scania se preocupava com o meio ambiente, tanto que entre 1992 e 1993, o slogan dos novos veículos era “Tecnologia na medida certa”, ou então “Tecnologia a favor do meio ambiente”, apresentando evoluções nos motores para caminhões e ônibus, propiciando ainda menos consumo e redução nas emissões.
Foi em 1992, que os caminhões R 113, de cara-chata, começaram a chegar aos canaviais brasileiros, para rebocar os famosos treminhões. Esses modelos se popularizaram muito ao longo dos anos, graças ao aumento da carga transportada, maior facilidade de manobras e por manter o mesmo padrão de conforto para o motorista.
Por sorteio, o modelo foi entregue à empresa Gengo Transportes e Equipamentos, de Osasco-SP.
Atualmente, esse caminhão pertence à empresa Hoeto Sucatas, e está sendo restaurado no rio Grande do Sul, pela concessionária Brasdiesel.
Além das novas cores, os caminhões passaram a contar com a nova cabine Topline, 22,5 cm mais alta que o modelo convencional.
A produção da série 3 da Scania chegou ao fim em 1998, com 36.340 unidades vendidas. Somente do modelo 113, em ambas as versões de cabine, foram produzidas 26.731 unidades.
Esse recorde de vendas de um modelo exclusivo da Scania só foi quebrado em 2017, pelo modelo R 440, que, em outubro daquele ano, registrou 26.921 unidades vendidas desde 2012, quando foi lançado.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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