O novo movimento, encabeçado pelo CNTRC e que recebe apoio de algumas outras entidades, tem como principal pauta a redução dos preços dos combustíveis e a revisão da política de preços estabelecida pela Petrobrás.
Para as lideranças do movimento, o preço do diesel no Brasil está muito alto. Durante a greve de 2018, o preço médio do combustível estava na casa dos R$ 3,00. Hoje, já supera R$ 4,50 o litro. Além disso, apesar da política de pisos mínimos do frete, o valor pago ao caminhoneiro praticamente não subiu nestes três anos.
Entre outras pautas do movimento, estão o julgamento no STF, da constitucionalidade da política de pisos mínimos do frete, e inclusão dos caminhoneiros em um programa especial de aposentadoria aos 25 anos de contribuição, pelo fato da profissão ser insalubre.
Como já aconteceu anteriormente, com a possibilidade de uma greve no início deste ano, são esperadas medidas pontuais do governo para conter o movimento. Apesar disso, até o momento, nada foi anunciado. Na noite de hoje, o Presidente Jair Bolsonaro realizará sua live semanal, onde deve comentar sobre o assunto.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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