Não é diferente com a Kamaz, a maior montadora de caminhões da Rússia. Apesar de enfrentar a escassez de componentes para produção, as vendas da montadora também estão em alta, e a linha de produção atual não está dando conta da demanda.
Por isso, Sergei Kogogin, CEO da montadora, anunciou na última semana, a possibilidade de contratar presidiários para suas fábricas, a fim de operar com capacidade máxima.
O serviço penitenciário russo tem um programa nacional de trabalho para os detentos, por meio do qual a Kamaz quer realizar as contratações.
Atualmente, a montadora tem 24 mil trabalhadores na região de Naberezhnye Chelny, uma cidade industrial a mais de 900 quilômetros de Moscou, mas precisa de mais 4 mil.
A montadora já realizou contratações do Uzbequistão e de outros países da região, mas não conseguiu atingir o número ideal de operários. A falta de mão de obra na Rússia, em parte, se deve à migração dos mais jovens para outros países, principalmente da Europa, durante a pandemia.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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