As suspeitas começaram há mais de dois anos, quando o patrimônio da empresa e dos sócios cresceram significativamente, movimentando mais de R$ 27 milhões em contas bancárias entre 2015 e 2019 sem origem comprovada.
Durante a operação, foram apreendidos 31 veículos, entre eles diversos caminhões, além de imóveis, joias e equipamentos eletrônicos.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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