Depois de tantos anos parado, seria muito caro realizar todo o procedimento para colocar o gigante novamente nos ares, por isso, a escolha foi o transporte por rodovias, que também não foi barato.
Devido ao tamanho, o caminhão de transporte ocupava duas faixas da rodovia, o que causava longos engarrafamentos rapidamente. A cada seis quilômetros, a carreta precisava parar e esperar o tráfego normalizar, para poder seguir a viagem.
Centenas de placas, postes, semáforos e outros equipamentos das rodovias precisaram ser removidos para que a passagem do avião ocorresse sem danos.
Apesar da viagem demorar 19 dias, o trabalho de preparação para a viagem começou em maio de 2021, com o transporte até um hangar, onde o avião foi parcialmente desmontado, e algumas partes, como a asa direita e o estabilizador foram enviadas para análise, para se saber quanto tempo ainda os aviões poderão ser usados. A Força Aérea dos EUA espera poder usá-los até 2050, pelo menos.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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