A nota do ministério também destaca que o consulado mantém contato com integrantes da polícia turística e da força de segurança argentina, que estimaram que a fila de espera estaria acabando.
O consulado diz que a demora se deve ao acúmulo de caminhoneiros que precisam apresentar resultados de exames PCR negativos.
Além dos mantimentos, os caminhoneiros receberam informações sobre o tempo de espera, prestadas pelo consulado, para ficarem mais tranquilos sobre o andamento da liberação dos veículos.
A retenção de caminhões na fronteira entre a Argentina e Chile começou em janeiro, quando o governo chileno passou a exigir que os caminhoneiros que entrassem no país fizessem um teste de Covid-19 na fronteira. Com poucos agentes de saúde no local e o grande fluxo de caminhões, logo começou a se formar uma fila, que chegou aos 5 mil caminhões.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro
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