Hoje, no Brasil, existem dois tipos de diesel, o S-500 ou diesel comum, que contem 500 partes de enxofre por milhão, e o diesel S-10, exigido para veículos produzidos a partir de 2012, que contém somente 10 partes de enxofre por milhão.
Para o autor do projeto, a justificativa principal para eliminação do diesel S500 do mercado é a poluição causada pela quantidade elevada de enxofre, o que afeta a saúde de milhares de pessoas, especialmente criança e idosos.
“O diesel S10 pode abastecer qualquer tipo de veículo pesado ou leve, sendo apenas um pouco mais caro do que o diesel comum. Entretanto, esta aparente vantagem econômica do S500 desmorona quando avaliamos seus impactos na saúde das pessoas e na natureza”, disse o Deputado, na justificativa do projeto.
O projeto estabelece ainda que a redução do uso de diesel S500 será compensada pelo aumento da oferta de diesel S10 combinada com o aumento paulatino da mistura de biodiesel.
Rafael Brusque – Blog do Caminhoneiro | Com informações da Agência Câmara de Notícias
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