Nesse tipo de golpe, os bandidos clonam os documentos de caminhoneiros reais, se passam por ele, e conseguem desviar cargas inteiras sem dificuldades.
No Brasil todo, uma tentativa de fraude com documentos falsos acontece a cada 15 segundos, de acordo com o Serasa Experian. E é o CPF o documento mais visado pelos bandidos, já que é essa numeração que permite o acesso a outras informações da vítima.
Normalmente, as vítimas dos clonadores são motoristas que perderam, extraviaram ou tiveram seus documentos furtados. Nesses casos, a primeira providência é registrar a perda ou furto na delegacia de polícia e comunicar a empresa para a qual trabalha, evitando que cargas sejam entregues às quadrilhas. É importante também comunicar a gerenciadora de risco.
“Com recursos de edição, as quadrilhas acrescentam ao documento informações que serão necessárias para a aplicação do golpe e, a partir daí, fazem compras em nome da vítima ou se passam por ela para enganar embarcadores e transportadores e conseguir acesso à carga, por exemplo”, explica Eliel Fernandes, CEO da Buonny.
Confira algumas dicas para reduzir os riscos de sua empresa ser alvo de clonadores:
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