A oferta de modelos no Chile é bastante ampla, visando atender a diversos segmentos, como o transporte de longas distâncias, florestal e mineração. A versão de longa distância, para operações rodoviárias, conta com mais potência, entre 400 e 540 cavalos, mais tecnologia e melhor aerodinâmica, e variações de chassi e cabine, sendo:
Para o setor de transporte de madeira, o caminhão tem airbag, redução nos cubos para maior robustez, indicador de peso por eixos e pacote de peças reforçadas, como parachoques metálicos. São apenas duas configurações para este tipo de operação.
Os caminhões MAN TGX chegaram ao Brasil em 2010, para testes, com 35 unidades importadas da Alemanha. Em 2012, o TGX foi lançado em duas versões rodoviárias, sendo o 28.440 6×2 e 29.440 6×4. A capacidade projetada pela VWCO para o modelo era de até 5 mil unidades por ano, mas a marca não chegou a ser atingida.
A partir de 2015, o modelo passou a ser ofertado com potência de 480 cavalos, voltado para operações com composições de até 74 toneladas, como os rodotrens de 9 eixos. Atualmente, o modelo TGX 29.480 6×4 tinha preço estimado em R$ 650 mil.
Ambos os novos modelos são equipados com caixa de câmbio ZF TraXon, de 12 e 16 velocidades, e, graças ao logotipo VW na grade dianteira, logo caiu no gosto dos transportadores brasileiros. Tanto, que em poucos meses após o lançamento, a montadora já celebrava a marca de mil unidades emplacadas.
O Blog do Caminhoneiro entrou em contato com a Volkswagen Caminhões e Ônibus, que disse que a preferência dos transportadores brasileiros pelo Meteor e os desafios para produção, com a escassez de insumos, foram responsáveis pela decisão.
A marca também destaca que seguirá oferecendo suporte e representando a MAN por meio da sua rede de concessionárias.
“A VWCO segue representando a MAN. A chegada dos novos VW Meteor realmente mudou a preferência dos clientes da empresa no segmento de cavalos mecânicos. Estuda-se uma oferta de novidades, porém ainda não há uma previsão, considerando os atuais desafios de manufatura como o espaço na produção e a oferta de componentes importados”, destacou a empresa, no comunicado enviado ao Blog do Caminhoneiro.
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