Esses dados são relacionados às emissões de motores diesel e desempenho no consumo de combustível.
Foi realizada uma investigação na empresa por agentes externos, que comprovaram a fraude. Um relatório foi publicado pela montadora, com todos os detalhes das fraudes.
A montadora já havia anunciado, no início desse ano, que quatro motores e oito modelos de caminhões e ônibus testados e produzidos desde 2016 já apresentavam irregularidades.
O relatório apresentado ontem mostra que algumas das fraudes são de outubro de 2003, quando novos requisitos para emissões de poluentes entraram em vigor no Japão.
A montadora diz que entre 47 mil e 67 mil caminhões e ônibus deverão passar por um recall, resultando em um prejuízo superior aos US$ 650 milhões para a empresa.
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