Os veículos estão operando em projeto-piloto, visando o cumprimento da Lei Municipal 16.802/2018, que prevê a obrigatoriedade da redução de emissão de carbono pelas frotas de empresas concessionárias de serviços públicos a partir de 2028.
“O combustível será produzido, num processo de economia circular, a partir da gestão dos resíduos sólidos depositados no aterro sanitário de Caieiras”, explica Edson Stek, diretor de Operações da Loga.
No local, está sendo construída uma planta industrial para a obtenção do biometano, por meio de um investimento de R$ 150 milhões. O gás deverá começar a ser disponibilizado em janeiro de 2024.
Por enquanto, na fase de testes, os dois novos caminhões da Loga utilizarão o GNV (Gás Natural Veicular).
Edson comenta que a empresa vem desenvolvendo a tecnologia do biometano há alguns anos. “Já realizamos vários testes com o intuito de conhecer bem o processo e como funciona”.
A tecnologia é consagrada internacionalmente e o Brasil tem potencial muito grande de produção desse combustível, dado o intenso volume de resíduos sólidos gerados.
Os novos caminhões têm como diferencial a capacidade de utilizar qualquer tipo de gás como combustível, sem perda de eficiência.
O objetivo é contribuir para que o ar da cidade de São Paulo seja cada vez mais limpo. O engajamento de todos é fundamental para alcançar as metas da municipalidade.
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